Nada certo, nada errado
A mente é um local habitado
Por monstros que eu mesma inventei
Coração em ruínas, rosto amargurado
O corpo pede socorro, então dá um salto
Esperando a suavidade da queda
O espelho reflete uma alma remendada
As linhas são frágeis, quase desfiadas
Entremeios de quem sou e de quem serei
De frente ao abismo, busco o meu retrato
Tudo o que resta dele é abstrato
Tudo o que resta de mim são os destroços
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